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	<title>Comentários sobre Ivan Quirino</title>
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	<description>Ivan Quirino Professional Edition</description>
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		<title>Comentário sobre AJAX básico com JQuery e PHP por Alexandre</title>
		<link>http://www.ivanquirino.com/blog/?p=29&#038;cpage=1#comment-1319</link>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 15:59:28 +0000</pubDate>
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		<description>Boa tarde Ivan,

Muito bom o post.
Tenho uma dúvida.
Quero requisitar uma variável de url e mandar para um campo em um arquivo php (player).
Posto aqui ou mando um email pra vc?
Desde já, agradeço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde Ivan,</p>
<p>Muito bom o post.<br />
Tenho uma dúvida.<br />
Quero requisitar uma variável de url e mandar para um campo em um arquivo php (player).<br />
Posto aqui ou mando um email pra vc?<br />
Desde já, agradeço.</p>
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		<title>Comentário sobre AJAX básico com JQuery e PHP por Wallysson Nunes da Mota</title>
		<link>http://www.ivanquirino.com/blog/?p=29&#038;cpage=1#comment-21</link>
		<dc:creator>Wallysson Nunes da Mota</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 04:07:20 +0000</pubDate>
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		<description>Ei cara, nota 1000 o Post, de fato ele é bem simples e tals, de acordo com o propósito do Post. Este Script é muito bom!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ei cara, nota 1000 o Post, de fato ele é bem simples e tals, de acordo com o propósito do Post. Este Script é muito bom!</p>
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		<title>Comentário sobre Inclusão social: Ônibus eficientes por Arthur</title>
		<link>http://www.ivanquirino.com/blog/?p=21&#038;cpage=1#comment-16</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 02:46:14 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Ônibus Eficiente&quot;. Taí um nome realmente &quot;eficiente&quot;. Bem mais recomendado do que o velho termo &quot;adaptado para deficientes físicos&quot;. Também já tive a oportunidade de vê-lo em ação. Na verdade foram duas vezes, uma com sucesso e outra, não. A primeira aconteceu exatamente como tu descreveu. Já a segunda, confesso que senti vergonha, mesmo sem ter culpa. Começou exatamente da mesma forma que a primeira, cobrador desajeitado, gente observando, mas nada da plataforma funcionar, movimentos mecânicos... Enfim, fracasso. O cadeirante tava lá, olhando e esperando, feliz por ter visto o ônibus &quot;ideal&quot; surgir e, logo logo, frustrado por não vê-lo funcionar. Nada mais ele podia fazer. O cobrador tentou por alguns minutos, percebi o motorista meio impaciente, talvez por conta do horário a cumprir. Finalmente o cobrador desistiu. Se tem uma coisa que eu não queria era estar na pele daquele cobrador. Percebi a cara de frustração dele, em ter a difícil tarefa de dar a noticia ao cadeirante, de que havia desistido e que a coisa não funcionava. Coçou a cabeça, olhou pra cima e deu o recado, o cadeirante ficou lá, o cobrador subiu e o ônibus partiu, mas sem levá-lo. Aí eu penso o seguinte: todos nós sabemos como as empresas de ônibus são mesquinhas. Então, provavelmente aquela adaptação toda só está ali por força de alguma lei, que deve especificar um percentual da frota que deve ter o sistema. Isso já é um custo para as empresas. O segundo custo seria o fato de que os portadores de necessidades especiais não pagarem passagem. O terceiro seria o da manutenção do equipamento, que eu aposto que os empresários não assumem. Portanto, é apenas questão de tempo para que todos deixem de funcionar e, aí, voltaremos para a estaca zero.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ônibus Eficiente&#8221;. Taí um nome realmente &#8220;eficiente&#8221;. Bem mais recomendado do que o velho termo &#8220;adaptado para deficientes físicos&#8221;. Também já tive a oportunidade de vê-lo em ação. Na verdade foram duas vezes, uma com sucesso e outra, não. A primeira aconteceu exatamente como tu descreveu. Já a segunda, confesso que senti vergonha, mesmo sem ter culpa. Começou exatamente da mesma forma que a primeira, cobrador desajeitado, gente observando, mas nada da plataforma funcionar, movimentos mecânicos&#8230; Enfim, fracasso. O cadeirante tava lá, olhando e esperando, feliz por ter visto o ônibus &#8220;ideal&#8221; surgir e, logo logo, frustrado por não vê-lo funcionar. Nada mais ele podia fazer. O cobrador tentou por alguns minutos, percebi o motorista meio impaciente, talvez por conta do horário a cumprir. Finalmente o cobrador desistiu. Se tem uma coisa que eu não queria era estar na pele daquele cobrador. Percebi a cara de frustração dele, em ter a difícil tarefa de dar a noticia ao cadeirante, de que havia desistido e que a coisa não funcionava. Coçou a cabeça, olhou pra cima e deu o recado, o cadeirante ficou lá, o cobrador subiu e o ônibus partiu, mas sem levá-lo. Aí eu penso o seguinte: todos nós sabemos como as empresas de ônibus são mesquinhas. Então, provavelmente aquela adaptação toda só está ali por força de alguma lei, que deve especificar um percentual da frota que deve ter o sistema. Isso já é um custo para as empresas. O segundo custo seria o fato de que os portadores de necessidades especiais não pagarem passagem. O terceiro seria o da manutenção do equipamento, que eu aposto que os empresários não assumem. Portanto, é apenas questão de tempo para que todos deixem de funcionar e, aí, voltaremos para a estaca zero.</p>
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